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Intimidade Cor de Rosa

Intimidade Cor de Rosa

Qua | 22.02.17

Música Para Todos

     Não haverá nada que seja tão apreciado por todos do que a música. Existem vários géneros e, do pop ao rock, passando pelo fado, cada um causa-nos um sentimento diferente. Hoje partilho 3 das minhas músicas do momento.

     Nunca fui fã das músicas da Rihanna. No entanto, quando ouvi esta música pela primeira vez na rádio, adorei. São poucas as músicas que hoje em dia passam na rádio e que eu gosto. Esta, como é diferente, cativou-me logo!

 

     Esta já não é nova por estes lados. Sempre que publico alguma coisa relacionada com música, esta dos Muse aparece logo. Isto porque é a minha música favorita e parece que nunca me canso de a ouvir.

 

     As pessoas não dão apenas nas vistas pela sua capacidade de trabalho, por serem bonitas ou por se vestirem bem. Aqueles atributos como a simpatia, a animação, etc também nos captam logo. E esse é o caso da Gisela João. Ela é uma grande fadista, mas ao mesmo tempo é muito simpática e divertida. Uma boa combinação :)

Dom | 19.02.17

Ainda não tive o meu primeiro beijo

     Um site que eu costumo visitar, quase diariamente, chama-se The Everygirl. É um site a pensar no publico feminino, que tem como principais categorias Carreira e Finanças, Cultura, Moda e Beleza, entre outras. Recentemente, a equipa publicou uma serie de links com o título "I'm 21 Years Old and I've Never Been Kissed", ou seja, "tenho 21 anos e nunca fui beijada". Um dos links remete para a página online da tão conhecida revista VOGUE. Lá encontramos uma história de amor com o mesmo título que a publicação do site.

     Tendo em conta a época em que os meus avós cresceram, diria que já estou bem atrasada no que toca aos acontecimentos da vida. Com a minha idade os meus avós já tinham casado e já tinham a segunda ou talvez a terceira filha nos braços. Com quase vinte anos, vejo-me no título da publicação do The Everygirl: também nunca beijei alguém. Sim, é verdade, nunca tive um namorado. E sim, sou feliz mesmo assim. 

Qua | 15.02.17

La La Land E Outros Que Tal

     Já todos ouviram falar no filme La La Land, certo? Quero dizer, publicidade não lhe falta. A sinopse diz isto:

Ao chegar a Los Angeles, Sebastian, pianista de jazz, conhece a atriz principiante Mia. Apaixonam-se perdidamente um pelo outro. E enquanto procuram oportunidades de carreira na competitiva cidade vivem com a esperança de que o seu relacionamento funcione na perfeição.

     Não, ainda não vi o filme mas, honestamente, até estou curiosa. Lendo a citação em cima, parece ser um romance normal, tendo em conta o que costuma aparecer no cinema. Este filme é um romance, sim, e também se enquadra nas categorias Comédia e Musical. Foi escrito por Damien Chazelle e, nos prémios BAFTA deste ano, prémios esses da Academia Britânica de Cinema e Televisão, ganhou cinco das suas nove nomeações: ganhou o prémio para melhor filme, melhor realizador (Damien Chazelle), melhor atriz principal (Emma Stone), melhor música (Justin Hurwitz) e melhor fotografia (Linus Sandgren). Aqui fica o trailer:

 

 

     Existem bastantes musicais por aí, muitos deles bem antigos e interessantes. Levada na onda do La La Land, partilho alguns dos filmes do mesmo género que já vi e que gostei muito. Atenção, a ordem pela qual os filmes aparecem é aleatória e não representa nenhum grau de favoritismo.

 

  • Os Miseráveis

A história passa-se em plena Revolução de Julho do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os motins de junho de 1832. Jean Valjean (Hugh Jackman) rouba um pão para alimentar o filho da irmã mais nova e acaba sendo preso por isso. Cumprida a pena, Jean é posto em liberdade condicional com a obrigatoriedade de se apresentar regularmente, correndo o risco de passar o resto da vida preso se não o fizer. Como ex-presidiário Valjean sente-se discriminado por todos, contudo tenta recomeçar a sua vida e redimir-se do tortuoso passado. Considerando-se livre, Jean Valjean quebra a condicional resultando na fuga contínua pela perseguição do inspetor Javert (Russell Crowe).

 

  • Escola de Rock

Dewey Finn (Jack Black) é um músico que acaba de ser demitido da sua banda. Cheio de dívidas para pagar e sem ter o que fazer, ele aceita dar aulas como professor substituto numa escola particular de disciplina rígida. Logo Dewey se torna um exemplo para os seus alunos, sendo que alguns deles se juntam ao professor para montar uma banda local, sem o conhecimento dos seus pais.

 

  • Sister Act

Em Reno, Nevada, Deloris Van Cartier (Whoopi Goldberg) é uma cantora que acidentalmente testemunha um brutal assassinato cometido pelo seu namorado, Vince LaRocca (Harvey Keitel), um gângster. Enquanto tentam capturar Vince, um detetive, Eddie Souther (Bill Nunn), é encarregado de protegê-la. Deloris é colocada no programa de proteção às testemunhas e é mandada para um convento em São Francisco disfarçada de freira, usando o nome de irmã Mary Clarence. Mas o seu jeito extrovertido, que não é aprovado pela Madre Superior (Maggie Smith), acaba por a fazer dar uma nova vida ao coro, chamando a atenção das pessoas e de Vince.

 

  • The Rocky Horror Picture Show

Influenciado pelo matrimonio de um grande amigo, Brad Majors (Barry Bostwick) decide pedir a sua noiva, Janet Weiss (Susan Sarandon), em casamento. Antes da cerimônia eles partem numa viagem de carro, mas acabam por se perder. Para piorar a situação, o carro avaria e chove muito. Eles vão até um castelo próximo em busca de ajuda e são atendidos por Riff Raff (Richard O'Brien), o criado do dr. Frank N Furter (Tim Curry), dono do local. Brad e Janet estranham o visual e o comportamento de todos, sem imaginar que Frank N Furter dedica a vida à libido e ao prazer. O seu novo plano é criar um homem musculoso, Rocky (Peter Hinwood), que possa atender aos seus anseios sexuais.

 

  • Mamma Mia

1999, na ilha grega de Kalokairi. Sophie (Amanda Seyfried) está prestes a casar e, sem saber quem é seu pai, envia convites para Sam Carmichael (Pierce Brosnan), Harry Bright (Colin Firth) e Bill Anderson (Stellan Skarsgard). Eles vêm de diferentes partes do mundo, dispostos a reencontrar a mulher da suas vidas: Donna (Meryl Streep), mãe de Sophie. Ao chegarem Donna é surpreendida, tendo que inventar desculpas para não revelar quem é o pai de Sophie.

As sinopses de cada um dos filmes foram citadas diretamente do site AdoroCinema

Dom | 12.02.17

Falando em Animais

     Levar um animal para casa, na minha opinião é muito similar a ter um filho: é preciso ser-se responsável e saber educar e criar. 

     Há dias, penso que foi no programa Animais Anónimos, da RTP1, um senhor estrangeiro que vive no nosso país, referiu-se a Portugal como sendo um país de terceiro mundo, no que toca às relações com os animais de estimação. Em parte, até concordo com ele. Ainda hoje há muitos donos que não sabem tratar dos seus animais e que os querem só para, em vez de terem mais um elemento na família, terem apenas um novo "objeto" de decoração.

     Portugal é um país de terceiro mundo no que toca às relações com os animais de estimação porque ainda não somos totalmente capazes de olhar para eles e ver um amigo (verdadeiro), mas acima de tudo, um ser vivo que sente tal como nós. Se não o fossemos, talvez não existissem tantos animais em abrigos ou, pior, a vaguear pelas ruas. Se não o fossemos, não eram abandonados animais só porque cresceram e deixaram de ser bonitinhos, ou porque são pequenos e só fazem asneiras, ou porque têm muito pêlo e largam-no por todo o lado, e a lista podia continuar. 

     Mas se somos um país de terceiro mundo, nas relações com os animais, acho que também podemos dizer que o somos nas relações com os outros. 

     Também há uns dias, foi publicada nas redes sociais uma fotografia de uma criança com um cão. Havia um vidro a separá-los e este estava molhado, podendo dar a impressão de que estaria a chover. Não demorou muito tempo para que aparecesse logo alguém a criticar e deixar comentários do estilo experimentar por a fotografia ao contrário e ver as reações, isto é, a criança do lado de fora e o cão do lado de dentro. A autora explicou logo que os cães viviam dentro da casa dela. Ora, eu cresci e vivo no campo, sempre estive rodeada de animais. Nenhum deles "morava" em minha casa. Sempre tive gatos, e não foi por isso que eles, tendo a liberdade para "passar vistoria" a toda a aldeia, deixaram de aparecer em casa. Os cães que tenho e que conheço, também têm as suas casotas e quando se "compõe" mais a casa para que eles não passem frio ou algo do género, eles destroem logo tudo. 

     Cada animal tem a sua natureza e sempre tiveram o instinto de se protegerem e de procurar abrigo. Deixá-lo estar dentro de casa, mas não o deixar passar lá a noite é, na minha opinião, um gesto normal. O que não é normal é haverem pessoas que "caem" logo em cima de alguém só porque fez alguma coisa que elas não achem o mais correto.Não sejamos o "8", ou seja, não vamos maltratar os animais, mas também não sejamos o "80", isto é, não vamos exagerar e cair no radicalismo.

     Um animal na família, para mim é muito importante no desenvolvimento de uma criança, mas é preciso ensina-la a ser responsável e a tratar do bicho. E dou uma dica: se alguém estiver a pensar levar um para casa, adotem em vez de comprar!

Qua | 08.02.17

Super Bowl 2017

     O Super Bowl é o último jogo de futebol americano, onde é decidido o campeão da liga principal. Começou em 1967 e, pelo que se vê nas notícias, parece ser o maior evento desportivo dos Estados Unidos. É também neste jogo que é apresentada a maior e, possivelmente, a mais cara publicidade da televisão. 

     Todos os anos, é escolhido um artista para, no intervalo deste evento, fazer um mini concerto. Por lá já passaram Michael Jackson, Madonna, Coldplay e, este ano, foi a vez de Lady Gaga.

     Eu não vi o jogo, porque também não percebo nada daquilo, mas como já é costume, no dia seguinte lá fui eu procurar pela atuação da senhora Gaga.

     Já desde há uns tempos que eu vejo estas atuações, e tem sido mais do mesmo: artistas a recordar os seus grandes temas, em cima de um palco. Mas como este ano se tratava da Lady Gaga, e depois da eleição do novo presidente americano, estava à espera de algo diferente. O concerto começou com ela a cantar no telhado do estádio. Acabada a música, saltou do telhado e começou a festa ao estilo Gaga. Ou seja, com muita energia e grande entretenimento. Se houvesse alguém que pensasse que ela aproveitaria o momento para mandar recados a Donald Trump, Lady Gaga apenas deixou que as letras das músicas falassem por si. O que na minha opinião é mais que suficiente.

     Aqui fica a atuação deste ano e de anos anteriores:

 

 

 

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