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Intimidade Cor de Rosa

Intimidade Cor de Rosa

Sab | 26.12.15

Selfies fofas

  Vamos entrar na última semana de 2015 e, como tal, chega aquela altura do ano em que relembramos o que ficou para trás e fazemos promessas para o ano que vai entrar.

   A palavra que marcou 2015 foi, talvez, a palavra selfie. Ou, traduzindo, auto retratos. Há quem faça de tudo para tirar a melhor foto e há quem o faça de forma natural. Exemplo disso é o Allan Dixon, um aventureiro australiano. Para além de ser super giro e de ter um sorriso lindo, Allan é rei no que toca a tirar selfies com animais. Não faço ideia de como é que ele consegue estes resultados, mas adorava saber.

   Cliquem aqui para ver mais fotos.

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Sex | 11.12.15

Aniversário do blog

   No próximo mês, o Intimidade Cor de Rosa estará de parabéns.

   Como um blog não é formado apenas pelo seu autor, como também por quem o visita e deixa o seu contributo, gostaria de saber as vossas sugestões para como esta ocasião deve ser celebrada. Podem fazê-lo deixando um comentário ou enviando uma mensagem.

   Vamos a isso?

Dom | 06.12.15

Jogos do passado

   Hoje as crianças estão muito habituadas a jogos virtuais, um bocado por culpa dos pais, é verdade.

   Quando olho para a minha infância, vejo muitas brincadeiras que, provavelmente, os meus pais e até mesmo os meus avós faziam. Nos intervalos das aulas era muito raro encontrar alguém sentado num canto a brincar com a sua playstation/nintendo/o que seja. Brincávamos todos juntos e quando os nossos pais nos fossem buscar, era certo que lhes aparecêssemos todos sujos, com alguma parte da roupa rota, a cheirar a suor. Porquê? Porque éramos completamente felizes a brincar ao ar livre, com os nossos amigos, e só parávamos quando a campainha tocava para entrar.

   Adoro a Vortex Magazine porque tem sempre artigos interessantes e ontem lançaram um novo com os 10 jogos de rua, que a maioria das crianças não conhece, mas que fizeram as delicias da minha geração e das gerações anteriores à minha. Aos 10 jogos do artigo, juntei mais uns quantos que fizeram parte da minha infância e que não podia deixar ficar para trás.

   Ei-los:

Iô-iô

 

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   Este é um dos brinquedos mais antigos que existe. Lembro-me de ter tido alguns e de nunca perceber bem como jogar (para ser sincera, ainda hoje estou a tentar descobrir). São dois discos, unidos por um eixo, e com uma corda presa. Teve um grande sucesso e era objeto de grande dedicação por parte dos mais novos. Há uns quantos truques que serviam para impressionar a família e os amigos.

 

Macaca

 

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   Ora cá está um jogo que joguei até bastante tarde. Qualquer lugar servia para jogar à macaca. Se o lugar fosse em terra, pegava-se num pau, desenhavam-se os quadrados no chão e estava feito, caso contrário, arranjava-se um giz ou qualquer outra coisa. Era um bom exercício, uma vez que todo o jogo é aos saltinhos. Atirava-se uma pedra para uma casa (um quadrado com um numero) e saltava-se ao pé coxinho, mantendo o equilíbrio e depois apanhava-se a pedra. Bons momentos...

 

Pião

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   Nunca joguei ao pião nem nunca vi alguém a fazê-lo. Sei que ao jogo podia juntar-se quem quisesse, desde que tivesse um pião. O objetivo é, estando um circulo desenhado no chão, fazer girar o nosso brinquedo dentro da figura e mandar o dos outros para fora. Se alguém voltar com este jogo, pelo vosso bem, não o façam dentro de casa, caso contrário, a vossa mãe não vai achar piada nenhuma.

 

Malha

 

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   Também nunca joguei à malha, mas todos os anos vejo os velhotes a fazê-lo. E pelo que vejo, é precisa alguma concentração. Ao que parece, tudo começou com o exercito romano que para se entreter, achou piada a atirar as ferraduras dos cavalos com o objetivo de deitar a baixo ou de chegar perto de um pau. O entretenimento pegou e existem verdadeiros mestre nesta área.

 

Escondidas

 

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   Aqui está o jogo básico dos meus recreios. Era tanto melhor, quanto maior fosse o espaço, maior o numero de esconderijos e maior o numero de participantes. Alguém ficava virado para uma parede (ou arvore) e tinha de contar até um determinado numero em voz alta. Acabada a contagem dizia "Aqui vou eu" e tinha de procurar os amigos. Se alguém conseguisse chegar ao posto da contagem, sem ser apanhado, ficava "salvo" e podia dizer "1,2,3 salvo fulano" (e dizia o nome de alguém que queria ver salvo), se fosse alguém generoso dizia "1,2,3 salvo todos", e todos ficavam salvos e a contagem começava outra vez. É certo que ninguém queria ficar com a tarefa de contar, mas também é certo que era algo que tocava a todos.

 

Salto ao eixo

 

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   O salto ao eixo fazia parte das aulas de educação física, mas aos poucos foi passando para fora delas. Era um jogo divertido em que havia alguém a saltar por cima dos colegas que ficavam todos dobrados, com as mãos nas pernas e a cabeça para baixo.

 

Saltar ao elástico

 

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   No mínimo, este jogo é formado por 3 pessoas, duas delas para servirem de poste e segurarem o elástico pelos tornozelos. O 3º elemento tinha de saltar, ora com 1 pé ora com 2. O grau de dificuldade ia aumentando, à medida que o elástico subia.

 

Polícia e ladrão

 

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   Ao que parece, este jogo formado por seis quadrados, separados por corredores, também é chamado de sirumba. Os polícias andam pelos corredores e têm de apanhar os ladrões que vão saltando de quadrado em quadrado, com  objetivo de chegar a uma barra que dizia "Sirumba" e voltar para trás. O primeiro ladrão a conseguir tal proeza gritava "Sirumba" e ganhava o jogo.

 

Berlinde

 

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   Existem vários jogos para fazer com os berlindes, mas lembro-me que o que nós fazíamos era tentar acertar com os nossos berlindes nos dos adversários, assim o nosso arsenal ia aumentando.

 

Jogo do Mata

 

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   Este jogo é tão simples como haver duas equipas, num campo dividido ao meio, em que alguém que estava na posse da bola tinha de a mandar e acertar num adversário. Se lhe tocasse, esse adversário estaria "morto" e era menos um para acertar.

 

Lencinho

 

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   Sentados, tínhamos que formar um circulo e cantar algo do género "o lencinho vai na mão, ele vai cair ao chão; quem olhar para trás leva um grande bofetão". Por trás de nós andava alguém com um lenço, ou outra coisa qualquer e deixar cair atrás de uma outra pessoa. Quando essa pessoa dava conta, tinha de se levantar e tentar apanhar quem deixou cair o lenço. Se conseguisse, voltava a sentar-se e tornava a 1ª pessoa a ficar com o lenço; se não conseguisse trocavam de lugares.

 

   Outro jogo do lenço que existe é com duas equipas. Cada equipa atribui, em segredo, um numero a cada elemento. Alguém, que não pertencia a nenhuma das equipas, segura um lenço, com o braço esticado e diz um numero. Os elementos das duas equipas com esse numero, tinham de apanhar o lenço, mas sem serem apanhados pelo adversário. 

 

Cabra cega

 

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   O sitio escolhido devia ser, de preferência, plano e sem buracos. A "cabra cega" é alguém com uma venda nos olhos. Os colegas andam perto dela a chama-la mas sem se deixarem apanhar. Se um for apanhado, tem de ficar calado e a "cabra cega" tem de adivinhar de quem se trata. Se conseguir, passa essa pessoa a ser a "cabra cega".

 

Saltar à corda

 

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   Este deve ser o jogo mais versátil que existe. Tanto dá para se fazer sozinho, como com um grupo de amigos. No segundo caso, duas pessoas dão à corda enquanto que os outros saltam. Existem muitas músicas e muitos jogos dentro deste.

 

Jogo do anel

 

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   Alguém tinha um objeto dentro das mãos e os outros ficavam como na imagem, à espera que quem tivesse o tal objeto o deixasse cair. Quando isso acontecesse, todos tinham de adivinhar quem é que o tinha.

 

Se quiserem ver o artigo original, podem vê-lo aqui.